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Caiado diz ser “inadmissível” os EUA colocarem dúvidas sobre as urnas

 Pré-candidato do PSD defendeu a presença observadores internacionais, mas rejeitou dúvidas sobre o sistema eleitoral




O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, declarou neste sábado (25.jul.2026) que considera inadmissível que países estrangeiros, incluindo os Estados Unidos, coloquem em dúvida a lisura das urnas eletrônicas e das eleições brasileiras.


O ex-governador de Goiás afirmou em publicação no X (ex-Twitter) que confia no sistema eleitoral do Brasil. Declarou concordar com o acompanhamento de observadores internacionais durante a votação, mas rejeitou iniciativas para contestar os resultados das urnas.


A declaração de Caiado foi feita depois de o Ministério das Relações Exteriores negar, na 6ª feira (24.jul.2026), o visto de entrada no Brasil para 2 funcionários norte-americanos. Reportagem do jornal The Washington Post indicou que a delegação dos EUA pretendia questionar a segurança do sistema eletrônico de votação.

Integrantes do governo brasileiro avaliam que a viagem dos representantes dos EUA serviria para reforçar declarações do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que contestam a segurança das urnas eletrônicas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também se manifestou sobre o tema. Em convenção partidária neste sábado (25.jul.2026), o chefe do Executivo declarou que 157 milhões de eleitores vão definir o destino do país e disse que atores externos não devem interferir na disputa.

O presidente do partido Missão e candidato ao Planalto, Renan Santos, declarou que o governo norte-americano tenta criar dúvidas no processo eleitoral para apoiar o discurso de Flávio Bolsonaro. Ele afirmou que o Brasil não pode aceitar interferências externas.


🗳️ Eleições 2026: Tensão diplomática e defesa das urnas eletrônicas

A pouca distância das eleições, a segurança do sistema eleitoral brasileiro voltou ao centro do debate político — dessa vez com desdobramentos internacionais.

Após o governo brasileiro negar o visto de entrada para dois funcionários do governo norte-americano — que, segundo reportagens, tinham o intuito de questionar a segurança do sistema eletrônico de votação —, pré-candidatos e lideranças políticas se posicionaram de forma contundente contra interferências externas.

📌 O que disseram os líderes:

  • Ronaldo Caiado (PSD): Classificou como “inadmissível” que países estrangeiros coloquem em dúvida as urnas brasileiras. O ex-governador de Goiás defendeu a presença de observadores internacionais para acompanhar o pleito, mas rejeitou qualquer iniciativa que vise deslegitimar o resultado.

  • Lula (PT): Durante convenção partidária, reforçou que o destino do país será decidido soberanamente pelos 157 milhões de eleitores brasileiros e que atores externos não devem interferir na disputa.

  • Renan Santos (Missão): Afirmou que tentativas de criar dúvidas sobre o processo eleitoral visam alimentar narrativas políticas internas e reiterou que o Brasil não deve aceitar ingerência estrangeira.

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Como enxerga a presença de observadores internacionais e a postura de diplomatas estrangeiros em relação às eleições no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários! 👇

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